08/03/2010
BEATRIZ LUGÃO E O SINDICALISMO DE RESULTADOS
BEATRIZ LUGÃO SABE LER?
É a pergunta que me faço embora todos achem que sim, afinal de contas, ela tem curso superior e é professora de escola pública. Mas não é o que parece, se levarmos em conta as declarações que ela e seu grupo têm feito à categoria. No último dia 2 de março, terça-feira, durante a assembleia da rede municipal de São Gonçalo, alguém perguntou por que tinha surgido um boletim chamado NA LUTA PELA EDUCAÇÃO com o logotipo do SEPE. Dayse Oliveira muito bem respondeu que nós temos essa liberdade assim como todas as oposições sindicais de usar símbolos ou logotipos de um sindicato. É assim em todas as categorias. Dizem elas que nós queremos confundir a categoria, falando como se fôssemos direção. Disse isso no dia 7 de março, na plenária municipal do PSOL (Aliás, perguntem a qualquer militante do PSOL, que, se for honesto, confirmará que é uma prática recorrente dessa senhora ir contar a sua versão do que acontece no sindicato nos eventos do PSOL fazendo ela e o seu grupo de vítimas, pintando tudo com cores apocalípticas.). Eu prontamente me identifiquei como um dos autores do boletim e disse que explicaria a razão de ter surgido esse boletim paralelo, mas ela não teve coragem de ficar para ouvir a verdade. Todos são testemunhas de que eu anunciei e que iria dar a minha versão dos fatos. E o fiz, junto com o companheiro Eduardo Manuel.
Pois bem, ou Beatriz Lugão é uma analfabeta funcional ou não é honesta, porque em momento algum do boletim NA LUTA PELA EDUCAÇÃO nós nos dizemos direção do SEPE – SÃO GONÇALO. Dizemos no texto QUEM SOMOS: “Somos diretores e militantes do SEPE/NÚCLEO SÃO GONÇALO. Constituímos o grupo “NA LUTA PELA EDUCAÇÃO”. E está tão claro que não falamos em nome da direção que dissemos: “Queremos uma direção que priorize o trabalho de base, a corrida às escolas e não a administração da sede como um clube.” “Queremos uma direção que respeite os fóruns da categoria concordando ou não com eles.” Então, para qualquer pessoa plenamente alfabetizada, está claro que, com esta fala, estamos discordando, dentro do nosso direito democrático, da maneira como o SEPE-SÃO GONÇALO está sendo conduzido pela ala majoritária da direção. E nem todos os que contribuíram com os textos do boletim são diretores. Mais: colocamos o endereço do blog que usamos durante o processo eleitoral do sindicato, quando compúnhamos a chapa 4, chapa essa que obteve 40% dos votos e, dentro do critério da proporcionalidade, teve direito a indicar diretores para o núcleo. Ao contrário do que elas dizem, não perdemos a eleição. Estamos constituindo a direção e dialogando com a categoria sobre os melhores rumos para o nosso sindicato.
O problema é que o grupo do qual ela faz parte não aceita ser questionado e não respeita a decisão da categoria que nos colocou lá dentro com 40% dos votos. Prova disso é que, numa das reuniões de direção de NOVEMBRO de 2009, a diretora Yara se disse no direito de não abrir a porta do sindicato para o diretor eleito Eduardo Manuel e para o militante Paulo Kautscher. Imediatamente, eu, Edson Amaro, exigi que tal declaração autoritária fosse registrada em ata. QUEM DUVIDAR , LEIA AS ATAS DAS REUNIÕES DE DIREÇÃO DE NOVEMBRO DE 2009. Tanto assim que na primeira reunião da nova direção eleita, Beatriz Lugão teve o despudor de dizer que essa gestão seria um inferno, deixando, assim, claro que nós não éramos bem-vindos, nós, eleitos por 40% de militantes e filiados insatisfeitos com a maneira delas dirigirem o núcleo. Neste dia, morreram todo o respeito e a admiração que um dia eu tive por ela.
Mais: nosso boletim foi a melhor resposta à carta caluniosa que elas distribuíram contra nós.
Beatriz Lugão diz que nós queremos dividir a categoria num momento em que se prepara a união das centrais CONLUTAS e INTERSINDICAL. A bandeira dessa unificação já estava presente no discurso de nossa campanha. Só depois que partidos socialistas abraçaram essa causa é que elas passaram a falar a favor dessa unificação. E por falar em unificação, parece que elas querem nos igualar aos governos, pois, no boletim oficial do SEPE – SÃO GONÇALO, do qual não nos deixaram participar, dizem que “o governo, assim como nós, sabemos o que é melhor para a Educação”. Nós, quem? Quem de nós está tão distante do povo quanto o governo, a ponto de ter as mesmas ideias sobre o que nossa categoria e nossos alunos precisam? Não nos incluam nessa afirmação. Essa unificação com o governo nós não queremos.
Beatriz Lugão e seu grupo dizem que nós queremos dividir a categoria. Mas, durante as férias dos professores em janeiro, fomos nós que lembramos que nosso sindicato não é só de professores, mas também de funcionários (vigias, merendeiras, pessoal administrativo) que não têm férias juntamente com os professores. E que é durante essas férias que acontecem grandes ataques à categoria, como, por exemplo, o adiantamento que a prefeita Panisset fez e confundiu a categoria, endividando muitos. Apenas nosso grupo, que é a parte minoritária da direção, apareceu no SEPE nas tardes de terças e quintas de janeiro para ouvir os telefonemas dos filiados que nos procuravam. E fizemos isso com um caderno que nós mesmos compramos, pois nos impossibilitaram o uso do livro cotidiário. Então, quem é que está dividindo a categoria entre professores e o resto, quando se negam a fazer plantão durante as férias?
Outro fato que irrita a essa aprendiz de Stálin é o fato de nós termos um blog e uma comunidade na Internet, cujos endereços estão no nosso boletim, que têm milhares de acessos todos os meses e, com esse blog e com as conversas que temos com a categoria, obtemos emails e contatos de muitos filiados e educadores.
Termino meu texto por defender o princípio da proporcionalidade, alicerce da democracia no sindicato que, assim, garante a representatividade de minorias divergentes – não queremos ditadores comandando o SEPE e tratando a categoria como vaquinhas de presépio, rebanho de inocentes úteis ou dividindo-a entre nobres e plebeus, entre intelectuais e trabalhadores braçais, entre iluminados e intocáveis.
Caso não tenha gostado desse texto, senhora Beatriz Lugão, tenha a decência de me levar a uma comissão de ética. Se bem que eu não espero nenhuma atitude decente de sua pessoa. Se, por causa deste texto, você me levar a uma comissão de ética, terá, pela última vez em sua vida, os meus aplausos. E nunca mais me diga “bom dia”, pois isso nunca mais ouvirá de mim. Dói meu peito ao ver que tanta baixeza pratica quem deveria ser um modelo para a categoria e, como disse I-Juca Pirama (o herói do poema de Gonçalves Dias) ao defender sua honra e sua vida ante os timbiras, finalizo minha defesa dizendo: “Guerreiros não coro / do prato que choro. / Se a vida deploro / também sei morrer.”
Edson Amaro de Souza, diretor do SEPE-São Gonçalo.
06/03/2010
Sem as mulheres a luta fica pela metade-8 de março - Dia Internacional das Mulheres
8 de março - Dia Internacional das Mulheres
As mulheres da Intersindical nessa semana realizaram manifestações como parte da campanha Nenhum Direito a menos, avançar nas conquistas.
Assembléias em fabricas metalúrgicas na região de Campinas/SP tiveram a participação de trabalhadoras e trabalhadores nas fabricas Fox Conn e Samsung.
As manifestações do 8 de Março estão acontecendo com o caráter de luta e classe que essa data significa. Relembrando as companheiras que lutaram e deram suas vidas pela redução da jornada, por direitos e por uma outra sociedade onde ser diferente não significa ser desigual.
Outra discussão importante que estamos fazendo nas mobilizações é sobre o serviço doméstico que nessa sociedade é imposto como uma tarefa das mulheres, serviço esse não remunerado e de extrema importância para o capital.
Nas mobilizações o avanço da luta em defesa da redução da jornada sem redução de salários, a garantia como direito e não uma concessão dos patrões da ampliação da licença maternidade, a reivindicação das creches nos locais de trabalho entre outras foram parte das reivindicações que mobilizaram já nessa semana milhares de trabalhadoras.
Nas assembléias que realizamos com atraso na produção, também colocamos a importância de nossa luta além das fronteiras.
A solidariedade as trabalhadoras e trabalhadores haitianos que para além da tragédia que se abateu após o terremoto, sofrem com a ocupação militar do País e os ataques do Capital que se aproveita da tragédia para obter lucros e explorar ainda mais os trabalhadores.
O ano começa com intensas lutas na Grécia os trabalhadores já preparam a 2ª greve geral, na França e Bélgica trabalhadores fazem greve em defesa dos direitos e contra as demissões e aqui no Brasil não vai ser diferente, muita luta para manter e ampliar direitos.
No Rio Grande do Sul as mulheres da Intersindical junto às mulheres da Via Campesina realizaram manifestação na região metropolitana de Porto Alegre na Fabrica Bunger, o piquete paralisou a circulação de mercadorias e as trabalhadoras colocaram as questões especificas que atingem as mulheres como parte da luta geral, depois seguiram em marcha para a cidade de Porto Alegre.
Na próxima semana as mobilizações continuam. Nosso 8 de Março anticapitalista, por nenhum direito a menos, para avançar nas conquistas e nas lutas especificas das trabalhadoras a luta geral da classe trabalhadora.
Continuamos em luta por:
* PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO SEM REDUÇÃO DE SALARIOS
* POR NENHUM DIREITO A MENOS E AVANÇAR NAS CONQUISTAS
* PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO
* CRECHES NOS LOCAIS DE TRABALHO
* LAVANDERIAS E RESTAURANTES PÚBLICOS
* POR UM PROGRAMA INTREGRAL DE SAÚDE DA MULHER
* FIM DA VIOLENCIA E PUNIÇÃO AOS AGRESSORES
* A CADA DIA DA NOSSA LUTA ENFRENTAR O CAPITAL E SEU ESTADO
* CONSTRUIR UMA OUTRA SOCIEDADE , ONDE SER DIFERENTE NÃO SIGNIFIQUE SER DESIGUAL, UMA SOCIEDADE SOCIALISTA
Sem as mulheres a luta fica pela metade
A partir dessa semana a Intersindical tendo as mulheres trabalhadoras à frente organizará diversas mobilizações por nenhum direito a menos e avançar nas conquistas.
Em São Paulo, no Rio Grande do Sul, Santa Cataria e DF as manifestações já estão sendo organizadas e acontecerão em vários locais de trabalho. Mulheres metalúrgicas, sapateiras, têxteis, funcionárias publicas, trabalhadoras no ramo bancário, químico e plástico estarão em movimento juntas para lutar pela manutenção e ampliação dos direitos.
A situação de maior exploração e opressão contra as trabalhadoras continua: mesma função que os trabalhadores e menores salários, o assédio sexual que atinge na maioria das vezes as mulheres, as doenças provocadas pelo trabalho, a demissão preferencial de mulheres com filhos, a dupla jornada, as sucessivas tentativas dos patrões e do governo em diminuir os direitos e aumentar a idade para aposentadoria.
O governo Lula assinou o Decreto n˚ 7.052 que trata sobre a ampliação da licença maternidade, mas não como uma exigência a ser cumprida pelos empresários, e sim uma liberalidade, ou seja, os patrões podem ou não garantir a prorrogação da licença e ainda terão como beneficio a isenção de impostos. Portanto mais uma concessão ao Capital e não um direito garantido às trabalhadoras.
Além disso, nessa sociedade capitalista em que vivemos a maternidade segue sendo imposta como uma tarefa exclusiva das mulheres como também o serviço doméstico.
Portanto nossa luta segue contra os ataques dos patrões e do governo, os problemas que atingem as mulheres trabalhadoras por nós serão enfrentados numa luta geral da classe trabalhadora.
Nota de esclarecimento: Utilização indevida do logo da INTERSINDICAL
Alguns cartazes que convocam o Congresso para criação de uma nova central em junho de 2010, estão usando indevidamente o logo da Intersindical- instrumento de luta e organização da classe trabalhadora, como se estivéssemos na convocação de tal atividade.
Tentam sem êxito, causar uma confusão no movimento, pois já é de conhecimento geral de que a Intersindical-instrumento de luta e organização da classe trabalhadora segue se consolidando como um instrumento nacional reunindo sindicatos, coletivos e oposições que estão empenhados na reorganização da classe a partir dos enfrentamentos contra o Capital e seu Estado.
A construção de um novo instrumento será a conseqüência do processo de organização na base e do necessário salto de ir além das lutas corporativistas, das disputas por aparelhos e reconstruir a luta do conjunto da classe trabalhadora.
Setores organizados em correntes internas do psol que romperam com a Intersindical, hoje se intitulam nesse processo de reorganização como Intersindical- instrumento de luta, unidade da classe e construção de uma central e hoje já estão praticamente diluídos no processo de uma coordenação pró-central para esse Congresso.
Portanto se os organizadores desse Congresso não tiverem a maturidade para fazer as devidas correções sobre os que convocam tal atividade, fica aqui esclarecido.
Em tempo: A Intersindical realizará seu III Encontro Nacional nos dias 13, 14 e 15 de novembro em São Paulo , o qual será precedido de vários Encontros Estaduais que se iniciam já no mês de março.
* POR NENHUM DIREITO A MENOS
* PARA AVANÇAR NAS CONQUISTAS
* NA LUTA COTIDIANA, A LUTA PELO SOCIALISMO
* AQUI ESTÁ A INTERSINDICAL
Coordenação Nacional da Intersindical
02 de março de 2010.
Unirio abre concurso para seis vagas para professor
A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) divulgou o edital do concurso que visa ao preenchimento de seis vagas para professor, sendo duas para a classe assistente (epidemiologia e enfermagem materno-infantil), duas para auxiliar (clínica médica/gastroenterologia e doenças infecciosas e parasitárias) e duas para adjunto (urologia e bioquímica). A remuneração varia de R$1.528,63 a R$4.442,60, já incluídas a retribuição por titulação e a Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas).
Os interessados poderão se inscrever até o dia 9 de abril no protocolo do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), de segunda a sexta, das 9h às 16h. A taxa varia de R$38 a R$111, conforme o cargo, e deve ser paga no Banco do Brasil, através da Guia de Recolhimento da União (GRU), disponível no caixa ou no site da *Secretaria de Fazenda*
http://www.stn.fazenda.gov.br/siafi/index_GRU.asp. Poderão pedir isenção do pagamento da taxa os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal
O processo de seleção será composto por quatro etapas: prova escrita, didática, prática e de títulos. A jornada de trabalho será de 20 ou 40 horas semanais, ou de dedicação exclusiva e a validade da seleção, de um ano, podendo prorrogar por igual período.
FONTE; FOLHA DIRIGIDA
IFRJ: 64 vagas magistério. Até R$6.055
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
Sendo assim, os professores com carga horária de 40 horas semanais irão receber R$2.178,45 (aperfeiçoamento), R$2.206,29 (especialização), R$2.551,34 (mestrado) e R$3.542,75 (doutorado). Já para os professores com dedicação exclusiva ao instituto, os vencimentos são de R$2.847,10 (aperfeiçoamento), R$3.077,28 (mestrado) e R$6.055,01 (doutorado). Todos ainda terão direito a plano de saúde, auxílio-alimentação e auxílio-transporte. O regime de contratação é o celetista e a validade da seleção é de um ano, podendo dobrar.
As inscrições devem ser realizadas no site do IFRJ, até 31 de março. Será necessário o preenchimento do requerimento de inscrição e a impressão do boleto bancário, cujo o valor é de R$130, pagável em qualquer agência. Os interessados em solicitar isenção da taxa deverão fazer o pedido entre os próximos dias 2 e 5. É necessário estarem inscritos nos Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e for membro de família de baixa renda.
A seleção será composta por três etapas: prova escrita, de caráter eliminatório, prevista para ser realizada no dia 2 de maio; prova didática, em formato de aula ou seminário, com total de 20 pontos e prova de títulos, na qual os candidatos poderão conquistar mais alguns pontos para a classificação final.
LISTA DE CARGOS AQUI
EDITAL DE ABERTURA AQUI
05/03/2010
Polícia investiga de onde partiu tiro que feriu professora
A Polícia ainda tenta identificar de onde partiu o tiro que atingiu a professora Edjane Barros Rodrigues do Nascimento de 50 anos. Ela foi vítima de bala perdida, quando saía da Escola Municipal Sampaio Correia, em Senador Camará, na tarde de quinta-feira. No momento do incidente, policiais civis e militares informaram que não havia operações nas comunidades da região.
O delegado assistente da 34ª DP (Bangu), Delmir Gouvêa, disse que já está sendo investigada a autoria do disparo.
— Não temos registro de confronto hoje (ontem) e não há testemunhas sobre qualquer evidência que tenha provocado o tiro. Vamos investigar de onde veio a bala — afirmou.
O incidente aconteceu por volta do meio-dia, na Rua Ubatá, a cerca de 200 metros da escola. A professora estava andando em direção à estação de trem do bairro, quando ouviu um barulho de tiro e sentiu que foi atingida no peito. A professora foi socorrida por colegas e levada para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo. Edjane teve alta no fim da tarde de quinta-feira.
O delegado assistente da 34ª DP (Bangu), Delmir Gouvêa, disse que já está sendo investigada a autoria do disparo.
— Não temos registro de confronto hoje (ontem) e não há testemunhas sobre qualquer evidência que tenha provocado o tiro. Vamos investigar de onde veio a bala — afirmou.
O incidente aconteceu por volta do meio-dia, na Rua Ubatá, a cerca de 200 metros da escola. A professora estava andando em direção à estação de trem do bairro, quando ouviu um barulho de tiro e sentiu que foi atingida no peito. A professora foi socorrida por colegas e levada para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo. Edjane teve alta no fim da tarde de quinta-feira.
Alunos assustados
Uma funcionária da Escola Sampaio Correia que não quis se identificar contou que os alunos se assustaram ao ver a professora primária ferida.
— Foi chocante ver a professora baleada. As crianças que saíam do primeiro turno ficaram assustadas. À tarde, houve aluno na escola, mas a frequência foi baixa. Nunca tinha acontecido isso aqui — disse.
A Secretaria municipal de Educação informou que as aulas aconteceram normalmente.
JORNAL EXTRA
04/03/2010
Sepe questiona atraso nas obras em escolas públicas de São Gonçalo
Sindicato diz que pretende nos próximos dias, entrar com uma representação no Ministério Público contra a Secretaria de Educação do município e quer explicações
O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) de São Gonçalo irá entrar com uma representação no Ministério Público contra a Secretaria de Educação de São Gonçalo pela demora na entrega das obras na Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, em Itaoca. De acordo com o Sepe, a estrutura improvisada pela Secretaria num terreno ao lado apresenta diversos problemas. As cerca de 300 crianças, do 1º ao 9º ano, devem voltar às aulas na nova escola somente no 2º semestre deste ano, de acordo com a Secretaria de Educação.
Nesta segunda-feira, os alunos do município tiveram transtornos com as instalações do banheiro. Já na Escola Municipal Escola Luiz Gonzaga, apesar da inauguração ter acontecido no sábado, ainda não houve aulas. Estudando na estrutura de madeira improvisada até que as obras da escola, no mesmo terreno, sejam concluídas, alunos são obrigados a conviverem com o forte calor. De acordo com os pais, em dias muito quentes os alunos seriam liberados às 15h.
De acordo com a diretora da escola, Elizabeth Bastos os exaustores já chegaram até a escola, mas ainda não foram instalados. Eles já colocaram também os isoladores térmicos nos telhados o que irá diminuir a temperatura. A inauguração da Escola Municipal Luiz Gonzaga aconteceu no último sábado, contudo, também nesta segunda-feira não houve aulas no local.
O Fluminense
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